Eu sou a Desirée!

Agradeço imensamente que você entrou aqui para saber um pouco da minha história e o que eu defendo!

Meu nome é Desirée Peñalba Machado. Eu nasci e cresci em Goiânia. Minha família paterna é da nossa querida Campininha – o Setor Campinas, que hoje é um bairro da capital de Goiás, mas antes fora uma pequena cidadezinha – onde meu tataravô Joaquim Lúcio (homenageado com o nome da Praça do Coreto de Campinas) e meus bisavós, Cândida de Morais e Urias Magalhães moraram, e onde hoje eu também tenho a felicidade de morar.

Minha família materna é do Panamá, um pequeno país da América Central, grandioso pela importância estratégica e comercial do seu Canal: o Canal do Panamá. Minha mãe veio estudar medicina no Brasil, principalmente para se afastar dos conflitos da ditadura política a qual seu pai combatia contra. Meu avô, Hector Peñalba, de quem herdei minha responsabilidade e compromisso com a política, fora perseguido e até exilado à época. Minha mãe, que veio estudar no Brasil, acabou casando com o meu pai, seu colega de faculdade, e hoje, de profissão.

Decidi desde cedo tornar-me advogada. E assim o fiz, por entender a importância das leis para a defesa da justiça. Mas nunca achei muito justo o nosso arcabouço legal, sobretudo pela distância entre intenção prometida pelo legislador e a sua consequência, entre o lobby do establishment e a real necessidade da sociedade.

Assim que me formei, especializei-me em Direito Civil, Negocial e Imobiliário e em Direito Tributário, trabalhei como consultora de gestão e inovação pelo SEBRAE-GO, acompanhando e direcionando o desenvolvimento de 50 micro e pequenas empresas na cidade de Trindade-GO. E foi a partir dessa época que percebi que a crise motivada pelas intervenções políticas na economia só pioraram o desemprego e a recessão que esses empresários sofreram entre 2014 e 2015. O problema não era simplesmente com as empresas ou com seus indivíduos, mas sim com a política econômica brasileira!

Inconformada com essa situação, fui para as ruas nas manifestações que tomaram o país. Mas logo percebi que não seria o suficiente. Em 2015 fundei, junto com alguns colegas, o Instituto Liberdade e Justiça, grupo para promoção e conscientização dos verdadeiros problemas políticos e suas soluções.

Em 2016 ingressei no LIVRES – a renovação do PSL (depois saí em 2018 por discordar do movimento), como líder estadual, e fui candidata a vereadora, sendo a segunda mais votada da coligação, ficando na primeira suplência do partido para a Câmara de Vereadores de Goiânia.

Em 2017, tornei-me especialista em Políticas Públicas pela UFG e concluí meu mestrado em Economia pela Universidad OMMA de Madrid e pela Universidad Francisco Marroquín da Guatemala.

Em 2018, passei no processo seletivo do RenovaBR pelo qual recebi uma capacitação e uma bolsa de estudos de formação em liderança política. As aulas presenciais em São Paulo e em Brasília tiveram uma carga horária equivalente a uma pós graduação. Lá eu aprendi como coordenar uma campanha política, como organizar uma equipe de voluntários, assuntos politicamente relevantes e as reformas que o Brasil precisa empreender, dentre inúmeros outros temas como marketing político, ativismo digital e diversidade ideológica. Conheci gente do Brasil todo, de todos os partidos e contextos políticos. Mais tarde, me entristeci que dos alunos do RenovaBr que foram eleitos para mandatos, somente os de esquerda receberam maior destaque da instituição. Sou bastante grata ao curso e ao incentivo que recebi, mas não comungo com os valores da esquerda progressista que o RenovaBr passou a defender

Ainda em 2018, para fazer coro à descrença nos políticos e para criticar a corrupção e o socialismo, criei a Revolta do Pequi, um movimento de indignação política e, ao mesmo tempo, uma casa de proposições de ideias para a ética na política. Me sentindo mais preparada para realizar meu sonho de transformar a política, decidi então me candidatar a deputada estadual.

Como eu também fiz mais de 10 formações em Programação Neurolinguística, Desenvolvimento Pessoal e Coaching (eu realmente gosto de estudar), decidi promover dentro da Revolta do Pequi várias palestras e grupos de estudos sobre ciência política, economia, direito, história, cristianismo e assuntos correlatos. Foram eventos muito legais! Só que ao final da eleição, duas situações aconteceram: eu havia perdido a eleição para deputada estadual, mas os meus candidatos Ronaldo Caiado e Jair Bolsonaro, haviam ganhado as eleições. A revolta não seria pelos motivos de corrupção e socialismo mais. O movimento havia surtido um bom efeito. E, ainda, havia recebido o convite do Dr. Ronaldo de compor o governo dele. Sendo assim, não haveria mais sentido manter o movimento denominado de Revolta. Daí em diante seria uma nova fase, não de oposição ao governo, mas de apoio e de participação.

Curiosamente, uma situação me deixou intrigada. Foi a eleição mais conservadora do Brasil até então, e eu, candidata das bandeiras que venceram, perdi. Isso me fez voltar mais uma vez aos livros, e aos conteúdos independentes. Passei a ouvir podcasts do Senso Incomum e do Oliver Talk, acompanhar as notícias do Terça Livre e do Brasil Sem Medo, os canais do Bernardo Kuster, do Taiguara Fernandes e do Ítalo Marsili, comecei a fazer os cursos do Brasil Paralelo, do site do Padre Paulo Ricardo e do COF, e percebi que minha intuição estava certa, mas não soube expressar o que era necessário defender de fato à época da campanha. Aí fez até mais sentido ter perdido as eleições, embora, claro, entenda que as eleições nunca são uma prova qualitativa dos candidatos possiveis, mas de uma série de fatores que envolve influência, perspectiva de poder, opinião pública e dinheiro.

Enfim, o que de mais importante eu percebi é que o Cristianismo é a base da nossa cultura, excluir esse entendimento do pensamento político é ignorar a essência do que nos mantém unidos como nação. Somente os ensinamentos de Jesus são capazes de resgatar a nossa sociedade dos desmandos da esquerda, porque não existe sociedade harmônica sem valores morais intrínsecos, e esses valores, mesmo que possam ser intuídos pela filosofia aristotélica, não garante ao indivíduo a busca por salvar sua alma e a alma dos seus irmãos. Ainda que liberdade e responsabilidade sejam critérios fundamentais para se atingir a justiça, não é o que está escrito num papel, ou seja, no Código Penal, por exemplo, que vai garantir a bondade e o respeito entre todas as criaturas.

Entendo que não é pela política o caminho da salvação, é pela Igreja. Mas pelo estudo dos clássicos, do evangelho, das artes liberais, e por obra e misericórdia de Deus, conseguiremos recuperar nosso país do caos. Uma nação formada por homens e mulheres que se protegem mutuamente, que preservam suas almas do pecado e que se engajam politicamente pela verdade é uma nação próspera.

Meu propósito aqui é apenas fazer minha parte; como cristã, influenciar direta ou indiretamente a política para desmantelar as mentiras do marxismo cultural, do desarmamento, do ativismo judicial e do globalismo. No lugar, propor mais a luz natural da razão e a luz sobrenatural da fé, comentar o papel da família na sociedade, questionar os atores políticos contemporâneos e opinar as mudanças e as reformas que precisam ser feitas no país.

Para resumir, sou uma mulher casada, católica, conservadora e de direita. Faço questão de tratar todo mundo com respeito, mas não espere de mim paciência para responder indelicadezas ou julgamentos. Gosto muito de debater ideias, mas, sobretudo, de encontrar e difundir a verdade.

Por fim, como “uma andorinha só não faz verão”, preciso da sua ajuda para que resgatemos os valores morais que unem a nossa sociedade cristã. Cada um fazendo sua oração e caridade, em cada canto desse país, nós teremos a oportunidade de salvar a nossa alma e agradar a Deus, pois é só o que realmente importa.

 

Um abraço fraterno,

Desirée