Máquina inchada: como reduzir o Estado

Quando se fala em máquina pública inchada, a primeira pergunta que nos passa à mente é “inchada de quê?”. Percebemos que a máquina pública, uma referência para a administração pública direta e indireta dos entes federativos está definitivamente inchada de funcionários públicos pouco eficientes e ganhando muito mais do que a razoabilidade proporcional. Está também inchada de funções; um ente da federação não pode se comprometer a cumprir tantas funções ligadas à administração pública direta e indireta cerceando recursos importantes para cumprirem tantas funções, como as que hoje percebemos nos entes federativos brasileiros.

Concordo que a máquina pública brasileira está inchada, e credito a esse infortúnio grande parte dos nossos prejuízos enquanto nação. O Estado brasileiro responsabiliza-se demais e cumpre muito menos do que promete na lei. Exatamente por esse motivo o erário não alcança para o básico mais necessário, como segurança e justiça. É isso que precisa ser reduzido no Estado: gente ineficiente e função demais!

Mais do que urge que se façam reformas no nosso país! Não apenas uma reforma é necessária, senão várias. É preciso reformar o modelo de seguridade social (previdência), as prioridades e funções de cada ente, privatizando estatais e abrindo concorrências para serviços privados, desregulamentando a economia e flexibilizando a contratação e demissão de servidores, sem antes extinguir os enormes privilégios e regalias para servidores públicos, aposentados e pensionistas dos órgãos públicos. 

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